
Sofria pela ausência. Sentia um aperto no coração cada vez que ouvia o nome dela. Sonhava acordado toda noite com o dia em que ela voltaria para os seus braços. Esperava ansioso por um telefonema, uma carta, e-mail, qualquer coisa que viesse dela lhe dizendo que sentia sua falta. Torcia para dormir e ao acordar, vê que ela estava ali ao seu lado. Mas nada disso acontecia. Ele cansava, cada dia mais. Pensava seriamente em desistir de tudo, jogar fora sua esperança e se possível o amor que sentia por ela. Porém, ele não conseguia, por mais que tentasse, evitar esse amor que já tomara seu peito desde o primeiro “oi”. Tentava ocupar sua mente fazendo coisas que lhe agradava, mas cada uma dessas coisa lhe trazia uma lembrança dela, consequentemente dor, saudade e esperança. Na sua mente ele guardava o som da voz dela dizendo que o amava, e vinha seguida de um eco agudo de dor e desejo. Desejo esse que só aumentava. Dor essa que só podia ser curada com um remédio que atendia pelo nome dela. Ele ainda a amava, e não conseguia esquecê-la e, acima de tudo, tinha esperança de um dia poder chamá-la de minha novamente.